JUSTIÇA

PORTEIRO QUE ACUSOU BOLSONARO SERÁ INVESTIGADO POR CRIME CONTRA A SEGURANÇA NACIONAL

No ofício encaminhado à Procuradoria, Aras menciona o possível enquadramento no crime de caluniar ou difamar o presidente da República, “imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação”. O delito é punido com 1 a 4 anos de reclusão.

30/10/2019 21h49
Por: Eduardo Magalhães

Augusto Aras pediu ao Ministério Público Federal no Rio que investigue o porteiro do condomínio de Jair Bolsonaro por suposto crime contra a segurança nacional.

No ofício encaminhado à Procuradoria, Aras menciona o possível enquadramento no crime de caluniar ou difamar o presidente da República, “imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação”. O delito é punido com 1 a 4 anos de reclusão.

Mais cedo, Sergio Moro pediu uma apuração de suposta obstrução à Justiça, falso testemunho e denunciação caluniosa contra o presidente.

Aras foi além, incluindo o crime previsto na Lei de Segurança Nacional, editada em 1983.

Hoje, o MP do Rio disse que o porteiro deu uma informação falsa em depoimento, ao relatar que, no dia do assassinato de Marielle Franco, Élcio Queiroz, um dos acusados, foi autorizado por “seu Jair” a entrar no condomínio onde mora o presidente, para encontrar-se com outro acusado, Ronnie Lessa.

Para Bolsonaro, o porteiro pode ter sido induzido a prestar falso testemunho.

 

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